Blog do Mike: Noticias de Segunda-feira, datas de lançamento é uma caixa de ferramentas.

Mike Shinoda em seu blog Oficial postou noticias sobre Burn It down que vai lançar amanhã é a confirmação do Álbum que se chama ” Living Things” é você vai poder ver amanhã as lista de músicas do Álbum, é noticias sobre a turnê, confira o Post.

”Segunda de manhã, nosso novo single BURN IT DOWN será lançado. A pré-venda do álbum LIVING THINGS irá começar. Você verá a arte da capa, a lista de músicas, e ouvir um pouco sobre nossos planos de turnê. Meus colegas e eu estamos muito ansiosos para essa semana.


Muitos de vocês conhecem nossa história até aqui. Construímos a banda baseados na idéia de fundir todos os nossos  estilos de música favoritos – tão diferentes quanto podiam ser – em uma assinatura sonora. Nossos dois primeiros álbuns foram o resultado de muito trabalho, perseverança, inteligência, e sorte, para construir uma caixa de ferramentas que nos forneceria o que precisássemos para fazer as melhores músicas que pudéssemos naquele momento.

Sucesso veio em um momento essencial em uma indústria que estava prestes a cair, e nós fomos capazes de nos estabelecer antes das coisas mudarem drasticamente. Hybrid Theory se tornou o álbum mais vendido do ano, mundialmente. Depois do successo de Meteora, nós percebemos que precisávamos dar um passo para trás e pensar em nosso futuro, se quiséssemos ter um. Nós decidimos que deveríamos nos separar da principal causa em que nosso sucesso foi construído: a música.

Quando eu tentei explicar esse momento crucial a um amigo meu, ele teve dificuldades para entender. Ele disse, “É como se você inventasse o Big Mac ou o iPod, e então decidisse não vender mais. Por que raios você faria isso?”

Tentar explicar o quão pessoais e artísticas são as escolhas que contam numa banda como a nossa é complicado. Conforme terminamos “A Thousand Suns” em 2010, eu me vi tendo que fazer isso frequentemente, em entrevistas e para mim mesmo. Antes mesmo de terminar as músicas, cada um na minha banda sabia que seria um álbum polarizador e desafiador, um álbum que as pessoas provavelmente amariam ou odiariam. Eu acredito que não importou a ninguém além de nós se isso fazia sentido – por um tempo, tivemos que conduzir o mais longe possível do som anterior do Linkin Park, ou estaríamos presos, fazendo o mesmo tipo de música,  até desistirmos.


Quando eu tentei explicar esse momento crucial a um amigo meu, ele teve dificuldades para entender. Ele disse, “É como se você inventasse o Big Mac ou o iPod, e então decidisse não vender mais. Por que raios você faria isso?”

Tentar explicar o quão pessoais e artísticas são as escolhas que contam numa banda como a nossa é complicado. Conforme terminamos “A Thousand Suns” em 2010, eu me vi tendo que fazer isso frequentemente, em entrevistas e para mim mesmo. Antes mesmo de terminar as músicas, cada um na minha banda sabia que seria um álbum polarizador e desafiador, um álbum que as pessoas provavelmente amariam ou odiariam. Eu acredito que não importou a ninguém além de nós se isso fazia sentido – por um tempo, tivemos que conduzir o mais longe possível do som anterior do Linkin Park, ou estaríamos presos, fazendo o mesmo tipo de música,  até desistirmos.

Pensando no passado: enquanto escrevíamos Minutes To Midnight e A Thousand Suns, eu trazia algumas vezes demos que soavam como os dois primeiros álbuns. Aquelas demos eram recebidas sempre com uma reação negativa pelos meus colegas, e eu tendia a concordar. Eu amei a jornada na direção de um novo e desconhecido som. Com cada experimento, nós descobrimos novas maneiras de fazer música, e enchíamos nossa caixa com toneladas de novas ferramentas. Com cada música, nós tentamos o clássico e a vanguarda; nós começamos com sementes radicalmente diferentes; e aproximamos os vocais com uma venda virtual. E, mais ou menos um ano atrás, eu percebi que nossa caixa estava virtualmente transbordando com ótimas ferramentas.

Mas estávamos evitando algo.

No início de nossa carreira, éramos inexperientes. Tomamos decisões que alguns de nós lamentamos (às vezes um pouco, às vezes muito). E algumas decisões (como meu cabelo vermelho dos dias antigos) foram coisas que não me arrependo, mas simplesmente não faria hoje. Tudo isso se uniu para criar uma inquietação em relação ao passado com a qual a banda não pôde lidar por algum tempo.

Felizmente, eu não era o único que se sentia assim. Através do último ano, o assunto continuava a surgir, e nós conversamos sobre como fazer uma ponte entre todos os pontos musicais pelos quais passamos, para casar com todas as idéias que vinhamos acumulando sobre como fazer uma música. E conforme ‘LIVING THINGS’ começou a tomar forma, a mudança mais forte que vi acontecer foi a aceitação e ansiedade para usar todas as ferramentas na caixa, não somente algumas. Tudo ao mesmo tempo, junto.

Algumas pessoas já compararam nosso novo álbum com os primeiros. Eu acredito que depende de como você quer fazer essa comparação (aliás, certamente não é sobre as guitarras). Para mim, é sobre voltar para a real “teoria híbrida” – não o álbum com esse nome, mas a idéia de que seis caras em nossa banda possuem gostos drasticamente diferentes em música, e a mistura de todos esses sons em um só é exatamente no que construímos nossa banda.”

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O single BURN IT DOWN e o álbum LIVING THINGS estarão disponíveis amanhã.

Fonte : mikeshinoda.com

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